Neste vídeo, o garotinho desenhado sai por aí praticando uma das sete atitudes que você pode tomar para um mundo melhor: tirando da tomada tudo o que não deveria estar ligado mas está, em stand-by:
O pessoal do Jogando no Quintal inicia este fim de semana a primeira turnê universal nacional do espetáculo. A primeira cidade do circuito é Curitiba (aqui), dias 30 e 31 de maio.
O Jogando no Quintal é baseado na estrutura de um jogo de futebol, onde os palhaço-atletas do elenco criam as cenas na hora a partir de temas sugeridos pelo público, que também atua elegendo as melhores improvisações. Há 7 anos em cartaz em São Paulo, o espetáculo já foi visto por mais de 180.000 pessoas, e permanece como um dos 3 únicos espetáculos da cidade com 100% de lotação, como atesta a recente matéria publicada pelo Guia da Folha de São Paulo. O Jogando no Quintal também foi destaque em todos os grandes veículos de mídia da cidade.
uma palhinha:
As Regras do Jogo Com juiz e hino, o jogo é disputado por dois times de três palhaços-atletas cada, acompanhado por uma banda de música que cria sons e melodias ao vivo. Os palhaços improvisam cenas a partir de temas sugeridos pelo público. Cada rodada é diferente e tem um desafio novo para os palhaços: improvisar uma cena em 10 segundos, criar uma história, o jogo das letras e muito mais. Ao final de cada rodada, o próprio público/torcida vota no time que fez a melhor improvisação. Cada vitória vale um ponto e, assim, o placar vai sendo construído.
Campeões Mundiais O Jogando no Quintal foi criado em 2001, pelos palhaços César Gouvêa (Cizar Parker) e Márcio Ballas (João Grandão). A idéia era unir em um único espetáculo a suas grandes paixões: o palhaço e a improvisação. Para isto utilizaram o quintal da casa de César. A atraídos pela possibilidade de se pesquisar algo novo e interessante nessa linguagem, palhaços com bastante experiência profissional foram aos poucos se juntando à dupla.
Jogando no Quintal em Curitiba :: Data: 30 e 31 de Maio – Sábado e Domingo :: Horário: - Sábado às 21h - Domingo às 19h :: Preços: de R$ 30,00 / meia-entrada R$ 15,00 :: Recomendação: 10 anos :: Duração: 2h30 :: Local: Teatro da Reitoria :: Endereço: Rua XV de Novembro, 1299 – Centro – Curitiba :: Capacidade: 700 lugares Se você está emCuritibanão perca!
Copiado descaradamente daqui, mas por uma boa causa.
O twitter é mais um site um tanto quanto inútil na internet. Ela só se torna perto de interessante quando as pessoas fogem do objetivo dele "What are you doing?". Mas muitas gostam de contar o que estão fazendo, e acabamos encontrando coisa do tipo:
Nessa série Brincando com comida eu postei diversas obras de arte que tinham alimentos como matéria-prima.
Esse aqui é diferente: é que a empresa Bugga Bugs resolveu criar vários brinquedos de pano em formato de comida. Tem de tudo: de frutas e verduras a doces e enlatados.
Será que alguém se divertiria com isso?
Pode ter certeza de que seu filho prefere mil vezes uma barra de chocolate do que um yaksoba de pelúcia!
Talvez seja uma bom presente de dia dos namorados, já que elas adoram chocolates e odeiam engordar... ou não.
Lembra quando você descia a escada escorregando pelo corrimão? Pois esse é o mais novo esporte radical do momento. O nome é powersliding, "praticado" sem skate, patins ou patinete (e provavelmente por quem não sabe andar nesses equipamentos). Já existem festivais anuais, em que jovens se reúnem pra ficar deslizando por tudo...
Hoje é dia do apicultor! Pensou besteira, né, safadinho?! Apicultor é quem cuidacria escraviza abelhas... me lembrou uma tirinha, que não tem lá taaanto a ver, mas enfim...
Você está morrendo de calor, andou por duas horas sem parar. Eis que avista um carro de sorvete e sai correndo. Ao alcançá-lo, pede qualquer sabor, achando que irá se refrescar o mais rápido possível.
Mas o sorveteiro é um turco frustrado que antigamente trabalhava no circo. Se ferrou.
"Foi legal, mas eu só queria a merda do sorvete!" dã!..>
achei que já tinha mostrado. me enganei, pra variar.
É o trabalho do fotógrafo Alan Sailer, que mete bala nas coisas e registra o momento. É interessante como algo tão destrutivo pode ser tão bonito. assim como o amor...
Mais fotos arruinadas.> Os outros animais são mais espontâneos. Seguem os instintos e fazem o que querem e quando querem. Eles não se importam com câmeras, não sabem nem o que é isso. E aí cagam as fotos.