Maravilhoso trabalho do tatuador e artista plástico Scott Campbell, que esculpe notas de dólar para nos mostrar o que há dentro delas.
O louisiano residente em Nova Iorque juntou centenas de notas de um dólar para lhes dar volume e um novo significado. Como que esculpindo através dos montes alinhados de papel, ele cria novas imagens, que nos transportam para o lado negro do dinheiro. Usando um laser, o artista visual cria caveiras, palavras, foices, armas e outros elementos que nos relembram que o capitalismo nem sempre traz coisas boas.
Animação em desenho preto e branco da alemã Janine Carbone, que conta a história de uma menininha que depois de ter seu ursinho de pelúcia sequestrado, persegue o monstro que o roubou num mundo dos pesadelos.
Feito todo com papel e caneta, o filme traz forte referência ao expressionismo alemão.
Perturbadora instalação do artista belga Isaac Cordal, que faz pequenas esculturas de cimento de homens iguais,vestidos para o trabalho, e atolados numa poça d'água.
Muitas das minhasesculturas eudeixona rua.Eles se tornam parteda ornamentaçãode algumas cidades.A sua sobrevivênciana ruadepende de muitos fatores.Seus predadoresprincipais sãoserviços de limpeza,ladrões de fim de semana oupessoas curiosasque pensamque a artede rua ésó para eles.Arte de ruaé para todos, não paraum.Eleestá aqui para ficarnas ruas.
O projeto Litle People acontece desde 2006 de Londres para o mundo, e cria pequenos momentos de poesia pelas ruas. Muito pequenos mesmo.
Trata-se de intervenções urbanas que utilizam personagens em miniatura para modificar o ambiente, e transformar uma poça d'água em um grande lago, um hidrante em uma mesquita ou uma bola de tênis em uma ilha.
Pelo tamanho diminuto das cenas, somente os mais atentos têm a felicidade de presenciar estes minúsculos mundos paralelos.
Acontece esta semana a 2ª edição do Vídeo-Guerrilha, uma grande intervenção urbana que preenche a rua Augusta com projeções audiovisuais. Se você estiver por São Paulo, não perca!
O evento acontece nos dias 17, 18 e 19 na Baixa Augusta.
Belíssimas esculturas do coreano Yeong-Deok Seo , feitas inteiramente com correntes de aço industrial ou de bicicleta, torcidas e soldadas até tomarem formas humanas.
Os trabalhos impressionam pela complexidade, pelos detalhes e pela sensação de angústia que as figuras reverberam.
Incrível trabalho do inglês Dominic Wilcox, que faz micro-esculturas sobre os ponteiros de relógios e, desta forma, cria animações que dependem da passagem do tempo, e que o transformam em expectativa por um instante singular.
Trabalho do artista David Welch, que fotografa coisas empilhadas para retratar a sociedade capitalista, materialista, de consumo e de acúmulo:
Meu trabalho é uma resposta à esse meio de consumo contemporâneo. Ao tratar artefatos da cultura de consumo como “readymades”, crio instalações para formar pseudo monumentos, ou totens, que servem como exteriorizações precárias de cultura como a biografia social. Os totens falam de acumulação e materialidade e incentivam o debate sobre o consumo, mídia, classe, gênero e as formas em que nos sentimos compelidos a consumir.
Maravilhoso curta-metragem da produtora francesa L'Esma em que um velho Xamã conta para três crianças sobre uma época em que o céu era baixo demais. Os pássaros não podiam voar e os homens tinham que ficar curvados. E são crianças que vão tentar mudar as coisas.
Além de muito bem feito e com ótimo roteiro, o filme está (muito bem) dublado em português, então não tem por que não assistir!